Importado diretamente da Paraíba, Antônio de Pádua elegeu a cidade do sol sua
nova morada. Foi no final dos anos 90 que o bacharel em trompete pela UFPB veio
de mala e cuia para Natal com um objetivo: mostrar seu talento e passar um pouco
de seus conhecimentos musicais.
Além do instrumento de sopro, Pádua também toca pandeiro, violão de sete cordas
e cavaquinho, sendo referência neste último pela técnica aprimorada e muita
criatividade, qualidades que o tornaram o professor mais requisitado pelos
adeptos desse peculiar instrumento de cordas.
Diariamente envolvido com sua carreira de músico e professor, Antônio ainda
arranja tempo para produzir o trabalho de outros artistas, emprestando um pouco
de seu talento para os projetos dos quais é convidado a participar.
Na infância e a adolescência, participou de orquestras na Paraíba e atuou nas
Sinfônicas da Paraíba e do Rio Grande do Norte e na Filarmônica Norte-Nordeste.
Desde então, vem participando e ganhando prêmios com diversos grupos e bandas
marciais do Nordeste. Dentre eles, está a Orquestra Metalúrgica Filipéia, que
rendeu uma apresentação na França e a gravação de um CD, em 2000.
A gravação de um CD solo ocorreu em 2004, intitulado “Sentimento Nordestino”. As
13 faixas, todas autorais, resumem a trajetória musical de Antônio, viajando
pelos ritmos brasileiros: do erudito ao folclórico, do samba ao choro.
Lançado em 2008, “Um olho no peixe, o outro no gato” é seu segundo CD, que se
transformou também em DVD, em 2009.
Em 2010, Antônio se aventurou pelo teatro e estreou com o musical “O Ratinho
Teobaldo”.
Esse ano resolveu investir em sua carreira acadêmica, o que o fez reduzir sua
carga horária de professor para dedicar-se a um mestrado.
Ah, e fora tudo isso o cara ainda é um excelente fabricante de pandeiros.
Como é possível? É fácil! Sua família é musical. Esposa e filhos são músicos que
vivem da música com dignidade e muita alegria. Esse é o segredo de Pádua.
Todo sucesso pra você amigo.

Conheci o trabalho de Antônio de Pádua, como conheci tantos outros, numa noite no Veleiros Restaurante.
ResponderExcluirSimplesmente fantástico, mas devo assumir que seu filho caçula roubou a cena com sua musicalidade precoce, simpatia e presença de palco - o menino é uma figura.
Tão divertido, irreverente, ver uma família inteira dividindo o mesmo palco, dá vontade de ter uma igual.
Noutra oportunidade, lá estava Pádua, novamente com sua trupe, no Som da Mata, fazendo um frevo danado de bom com o Gilberto Cabral... Ah como Natal tem músicos bons!
Oi Hique querido,
ResponderExcluirDeixei de acompanhar teu blog durante este mês, porque tive uma ocupação especial que me proporcionou muita alegria: a visita de meu filho, Jussara e Aline o que me deixou muito feliz, pena que foi por tão pouco tempo.
Acabei de ler tuas últimas postagens inclusive os comentários e percebi que não perdeste a linha, continuas apresentando, com louvor, os músicos e cantores desta terra maravilhosa.
Só lastimo não poder mais viajar até aí, onde naturalmente não deixaria de assistir algumas apresentações. Mas, acompanhando teu blog e escutando teu cd dá para sentir o som de Natal e matar um pouco a saudade de vocês.
Um beijo carinhoso da vó que te admira.
Querida Tereza,
ResponderExcluirO filho de Pádua é uma onda. Pense num moleque talentoso, rsrsrs.
Antônio tem uma família abençoada.
Abraços
JH
Vó,
Aline manda um grande beijo pra senhora. Ela adorou as férias.
Quanto a não poder vir pra cá discordo. A senhora esbanja saúde e pode, sim, vir apreciar um pouco da música natalense.
Abraços calorosos desse neto que te ama.
Hique.